A Operação Libertas, conduzida em sete cidades de Santa Catarina, foi fundamental no combate ao tráfico de fauna, resultando na prisão de cinco pessoas e no resgate de animais como cobras exóticas, tucanos e papagaios. Essa ação conjunta, envolvendo Gaeco, PMA e Abrampa, evidencia a seriedade do crime ambiental, que causa sérios impactos na biodiversidade e riscos à saúde pública, ao mesmo tempo que destaca a evolução da legislação e a importância das denúncias e medidas educativas para a proteção animal.
tráfico de fauna é um tema que afeta a biodiversidade; nesta matéria, mostramos a operação Libertas em SC, com resgates e prisões. Quer saber como tudo aconteceu?
Operação Libertas: o que motivou a ação
A Operação Libertas foi uma ação importante contra crimes ambientais. Ela teve como foco principal o combate ao tráfico de animais silvestres. As autoridades agiram para proteger a nossa fauna, que é muito rica e diversa.
O que motivou essa operação foi a crescente denúncia e a investigação de redes que traficam animais. Essas redes atuam de forma ilegal, prejudicando muitas espécies. O objetivo era desmantelar esses grupos e resgatar os bichos.
As investigações mostraram que havia um grande movimento de compra e venda de animais. Muitos deles são nativos do Brasil e protegidos por lei. Outros, como a cobra exótica encontrada, vêm de fora e também são ilegais.
A operação também visava a combater o uso de documentos falsos. Esses documentos eram usados para “esquentar” animais retirados da natureza. Assim, pareciam legais para serem vendidos.
Por que o tráfico de animais é um problema?
O tráfico de animais causa muitos danos. Ele retira os bichos de seu habitat natural, o que pode levar à extinção de espécies. Além disso, muitos animais sofrem durante o transporte e acabam morrendo.
Outro ponto é o risco à saúde pública. Animais silvestres podem trazer doenças que não temos controle. Isso é um perigo para as pessoas e para outros animais domésticos.
Parcerias na Operação Libertas
Para o sucesso da Operação Libertas, várias instituições trabalharam juntas. O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) foi um deles. A PMA (Polícia Militar Ambiental) também teve um papel crucial.
A Abrampa (Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente) também participou. Essa parceria forte mostra a seriedade do combate a esses crimes. Juntos, eles buscaram proteger o meio ambiente e a nossa biodiversidade.
Mandados cumpridos em sete cidades de SC

A Operação Libertas teve um alcance bem grande. Os mandados, que são ordens da justiça, foram cumpridos em sete cidades de Santa Catarina. Isso mostra a dimensão do problema do **tráfico de fauna**.
As cidades onde a polícia agiu foram Itajaí, Balneário Camboriú e Itapema. Também houve ações em Tijucas, Porto Belo, Bombinhas e Joinville. Em cada local, os agentes buscaram por provas e pelos envolvidos.
O que são mandados de busca e apreensão?
Mandados de busca e apreensão permitem que a polícia procure por algo. Eles podem entrar em casas ou outros locais. O objetivo é encontrar animais ilegais, documentos falsos ou outras provas do crime.
Já os mandados de prisão são ordens para prender pessoas. Aqueles que estavam envolvidos no tráfico de animais foram detidos. Isso ajuda a desmantelar as quadrilhas.
A importância da ação em várias cidades
Agir em várias cidades ao mesmo tempo é crucial. O tráfico de animais não acontece em um só lugar. As redes de criminosos são espalhadas e complexas.
Ao atuar em muitos pontos, a operação consegue pegar mais envolvidos. Também é possível resgatar um número maior de animais. Essa estratégia ajuda a enfraquecer o esquema ilegal.
A polícia e as outras instituições trabalharam em conjunto. Isso garantiu que a operação fosse bem-sucedida. Eles mostraram que o combate ao crime ambiental é sério em Santa Catarina.
Quem foram presos e quais crimes foram atribuídos
Na Operação Libertas, cinco pessoas foram presas. Elas são suspeitas de envolvimento com o **tráfico de fauna**. Essa ação é um passo importante para proteger nossos animais.
As prisões aconteceram durante o cumprimento dos mandados judiciais. Os detidos são acusados de crimes graves. Eles participavam de um esquema de venda ilegal de animais silvestres.
Quais crimes foram atribuídos aos presos?
Os presos são investigados por crimes ambientais. O principal deles é o tráfico de animais silvestres. Isso significa pegar animais da natureza sem permissão e tentar vendê-los.
Além disso, alguns crimes podem envolver o uso de documentos falsos. Essa prática é comum para tentar legalizar a posse ou a venda de animais obtidos de forma ilegal. É uma maneira de enganar a fiscalização.
A lei brasileira pune quem trafica animais. As penas podem ser altas, com multas e prisão. O objetivo é coibir essa prática que tanto prejudica a nossa biodiversidade.
A importância das prisões
As prisões são muito importantes para desmantelar as redes de tráfico. Ao prender os envolvidos, a polícia interrompe a cadeia de crimes. Isso ajuda a diminuir a retirada de animais da natureza.
Cada prisão é um sinal de que as autoridades estão atentas. Elas mostram que não vão tolerar quem explora a fauna silvestre. Isso serve de alerta para outros criminosos.
A investigação continua para identificar todos os participantes. O trabalho da polícia e do Ministério Público busca garantir que a justiça seja feita. Proteger os animais é um dever de todos nós.
Animais apreendidos: cobra, tucano e papagaios

Durante a Operação Libertas, vários animais foram resgatados do **tráfico de fauna**. Entre eles, uma cobra exótica chamou a atenção. Além dela, tucanos, papagaios e calopsitas também foram apreendidos. Todos esses bichos eram mantidos de forma ilegal.
A cobra exótica é um animal que não é nativo do Brasil. Sua posse e venda são estritamente proibidas. Ela foi encontrada em uma das buscas realizadas pela polícia.
Aves silvestres resgatadas
Os tucanos e papagaios são aves nativas do Brasil. Eles são muito visados por traficantes. Suas cores vibrantes e sua capacidade de imitar sons os tornam populares.
As calopsitas, embora mais comuns como animais de estimação, também podem ser alvo de tráfico. É importante ter a documentação correta para esses animais.
A apreensão desses animais é crucial. Ela interrompe a cadeia de exploração. Esses bichos foram retirados de condições ruins e agora podem receber os cuidados necessários.
O que acontece com os animais resgatados?
Após o resgate, os animais são levados para locais seguros. Geralmente, são centros de triagem e reabilitação de fauna silvestre. Lá, eles recebem atenção veterinária e se recuperam.
O objetivo é prepará-los para voltar à natureza, se possível. Se não puderem ser soltos, eles são encaminhados para zoológicos ou santuários. O importante é garantir que vivam bem e seguros.
Essa ação mostra como é importante combater o tráfico de animais. Cada animal resgatado é uma vitória para a natureza. Proteger nossa fauna é um dever de todos.
Como funciona o Brasil no tráfico de fauna silvestre
No Brasil, o **tráfico de fauna** silvestre é um problema sério. Nosso país tem uma biodiversidade enorme, o que atrai muitos criminosos. Eles exploram a natureza para lucrar com a venda ilegal de animais.
Funciona assim: os traficantes capturam os animais diretamente da natureza. Isso pode ser feito em florestas, rios ou outros locais. Eles pegam aves, répteis, mamíferos e até peixes.
As etapas do tráfico
Depois de capturados, os animais são transportados. Muitas vezes, eles são colocados em condições cruéis. Ficam em caixas pequenas, sem água e comida. Muitos não resistem e morrem durante a viagem.
Chegando ao destino, os animais são vendidos no mercado ilegal. Isso pode acontecer em feiras clandestinas ou pela internet. Documentos falsos são usados para tentar enganar a fiscalização e fazer a venda parecer legal.
Os compradores podem ser pessoas que querem um animal exótico em casa. Mas também há criadores ilegais e até zoológicos clandestinos. O lucro dessa atividade é muito alto para os traficantes.
Animais mais visados
Alguns animais são mais procurados pelos traficantes. Aves como papagaios, araras e tucanos estão entre os principais alvos. Répteis, como algumas espécies de cobras e jabutis, também são muito procurados.
Mamíferos pequenos e exóticos também entram nessa lista. A retirada desses animais de seu ambiente natural causa um grande desequilíbrio. Muitas espécies correm risco de extinção por causa do tráfico.
O Brasil trabalha para combater essa prática. Há leis rígidas e operações como a Libertas. Mas a colaboração da população, denunciando, é essencial para frear esse crime.
Parcerias: Gaeco, PMA e Abrampa na investigação

A Operação Libertas foi um sucesso por causa de importantes parcerias. O Gaeco, a PMA e a Abrampa uniram forças na investigação do **tráfico de fauna**. Essa colaboração foi essencial para o resultado.
O Gaeco é o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. Ele atua em casos complexos, como o tráfico de animais. Sua experiência ajuda a desvendar as quadrilhas.
PMA: Polícia Militar Ambiental
A PMA, Polícia Militar Ambiental, é quem está na linha de frente. Eles fazem a fiscalização e o policiamento ambiental. São responsáveis por resgatar os animais e prender os criminosos em flagrante.
A polícia ambiental conhece bem a legislação. Eles sabem como agir para proteger a fauna e a flora. Sua presença é vital para as operações.
Abrampa: Atuação jurídica e ambiental
Já a Abrampa é a Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente. Ela reúne promotores e procuradores que atuam na defesa do meio ambiente.
O papel da Abrampa é dar apoio jurídico. Eles ajudam a garantir que os crimes sejam investigados e punidos. Trabalham para que a lei ambiental seja cumprida.
A força da união
A união dessas instituições fortalece o combate ao crime. Cada uma traz sua especialidade para a mesa. O trabalho conjunto permite uma investigação mais completa e eficaz.
Essa parceria mostra que é possível lutar contra o tráfico. Quando diferentes órgãos trabalham juntos, os resultados aparecem. A proteção da nossa fauna se torna mais eficiente e abrangente.
Impacto na biodiversidade e riscos à saúde pública
O **tráfico de fauna** tem um impacto muito negativo na natureza. A biodiversidade brasileira, que é uma das maiores do mundo, sofre muito. Quando animais são retirados de seu habitat, o equilíbrio natural se perde.
Muitas espécies correm risco de extinção. Isso acontece porque os traficantes pegam muitos indivíduos de uma só vez. A reprodução natural não consegue acompanhar a perda, e a população diminui.
Risco à saúde de todos
Além disso, o tráfico de animais traz riscos sérios para a saúde pública. Animais silvestres podem carregar doenças que ainda não conhecemos. Essas doenças podem passar para os humanos, o que é chamado de zoonose.
Um exemplo disso são vírus e bactérias que vivem nos animais sem causar-lhes mal. Mas, quando passam para as pessoas, podem gerar epidemias. Isso já aconteceu com várias doenças no passado.
Quando os animais são transportados ilegalmente, sem higiene, o risco é ainda maior. Eles ficam estressados e com a imunidade baixa. Isso facilita a transmissão de doenças.
Desequilíbrio dos ecossistemas
A remoção de animais de seus ambientes naturais causa um desequilíbrio ecológico. Cada bicho tem um papel importante na cadeia alimentar e na polinização. Se eles somem, todo o ecossistema sente o impacto.
Por exemplo, aves que espalham sementes. Se elas desaparecem, a floresta pode ter dificuldade para se regenerar. Isso afeta outras espécies de plantas e animais.
Combater o tráfico é proteger a natureza e a nossa própria saúde. É um esforço para manter o planeta saudável para todos.
Como a polícia ambiental atua na fiscalização

A polícia ambiental tem um papel muito importante na proteção do nosso meio ambiente. Eles atuam na fiscalização para coibir crimes, como o **tráfico de fauna**. Suas ações são essenciais para manter a natureza segura.
Uma das principais formas de atuação é o patrulhamento. Os policiais ambientais percorrem florestas, rios e áreas de preservação. Eles verificam se há desmatamento ilegal, caça predatória ou pesca irregular.
Fiscalização de licenças e documentos
A polícia também checa se as pessoas e empresas têm as licenças ambientais necessárias. Por exemplo, quem cria animais silvestres precisa de autorização. Se não tiver, é ilegal e pode ser punido.
Eles verificam documentos de transporte de madeira, minérios e animais. Se algo estiver errado ou for falso, a polícia age. Isso ajuda a desmascarar quem tenta burlar a lei.
Operações de combate ao tráfico
No combate ao tráfico de animais, a polícia ambiental é fundamental. Eles participam de operações como a Libertas. Investigam denúncias, fazem buscas e apreensões.
Quando encontram animais sendo traficados, eles os resgatam. Depois, esses bichos são levados para locais seguros. Lá, recebem cuidados e, se possível, são devolvidos à natureza.
A polícia ambiental também faz um trabalho de educação. Eles orientam as pessoas sobre a importância de proteger o meio ambiente. Isso ajuda a prevenir novos crimes e a conscientizar a população.
Repercussões legais e medidas educativas
O **tráfico de fauna** não é apenas um crime contra a natureza; ele tem sérias repercussões legais. Quem pratica ou se envolve nessa atividade ilegal pode enfrentar multas pesadas e até mesmo a prisão. A lei brasileira é clara sobre a proteção dos animais silvestres.
As pessoas presas na Operação Libertas, por exemplo, serão processadas. Elas podem ser condenadas por crimes ambientais. As penas variam conforme a gravidade do ato e o número de animais envolvidos.
Medidas educativas: a prevenção é fundamental
Além das punições, as medidas educativas são muito importantes. Elas ajudam a conscientizar a população sobre os males do tráfico. Mostrar os danos causados à natureza e aos animais é crucial.
Campanhas de informação, palestras em escolas e divulgação em mídias sociais são exemplos. Elas ensinam as pessoas a não comprar animais ilegais. Também mostram como denunciar quem pratica o tráfico.
Quando as pessoas entendem os riscos e os problemas, elas se tornam aliadas. A educação ambiental é uma ferramenta poderosa. Ela muda a forma como vemos a natureza e os animais.
Como a lei atua
A Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) é a principal ferramenta. Ela define o que é crime contra a fauna e as punições. Por exemplo, matar, caçar, apanhar ou manter animais silvestres sem autorização é crime.
Comprar um animal de origem ilegal também é um problema. O comprador pode ser responsabilizado. Por isso, é sempre bom verificar a procedência e a legalidade do animal.
Ações como a Operação Libertas mostram que a lei está sendo aplicada. As prisões servem de exemplo para inibir outros criminosos. E as medidas educativas visam a mudar o comportamento da sociedade a longo prazo.
Casos de uso de documentos falsos em crimes ambientais

O uso de documentos falsos é uma prática comum em crimes ambientais. No **tráfico de fauna**, isso é muito usado para enganar as autoridades. Os criminosos tentam dar uma aparência legal ao que é ilegal.
Eles criam papéis que dizem que os animais foram obtidos de forma certa. Podem ser licenças de criação, notas fiscais ou certificados de origem. Mas tudo isso é mentira, feito para burlar a fiscalização.
Como os documentos falsos são usados?
Imagine que alguém pegou um papagaio da natureza. Para vendê-lo, essa pessoa pode forjar um documento. Esse papel diria que o papagaio nasceu em um criadouro legal. Assim, ele pode ser vendido como se estivesse tudo em ordem.
Isso acontece com aves, répteis e outros animais silvestres. Os documentos falsos “esquentam” o animal. Eles dão uma falsa impressão de legalidade. Isso dificulta o trabalho da polícia ambiental.
As consequências de usar documentos falsos
Usar ou criar documentos falsos é um crime grave. Além do tráfico de animais, a pessoa responde por falsidade ideológica. As penas para esses crimes são severas.
Operações como a Libertas visam a descobrir esses esquemas. Os investigadores procuram por inconsistências nos papéis. Eles comparam informações e verificam a autenticidade dos documentos.
Desmascarar esses documentos falsos é crucial. Ajuda a provar que os animais foram traficados. Também leva à prisão dos envolvidos e à proteção dos bichos. É um passo importante para combater o crime ambiental de forma completa.
Importância da proteção de espécies exóticas
A proteção de espécies exóticas é muito importante, mesmo que elas não sejam nativas do Brasil. A Operação Libertas, por exemplo, resgatou uma cobra exótica que estava no **tráfico de fauna**. Esses animais também precisam de atenção e cuidado.
Espécies exóticas são aquelas que vêm de outros lugares do mundo. Quando elas são traficadas, sofrem muito. São tiradas de seu ambiente natural e transportadas em condições ruins. Muitas não sobrevivem.
Riscos das espécies exóticas ilegais
Ter uma espécie exótica sem permissão pode trazer vários problemas. Primeiro, o animal pode não se adaptar ao novo ambiente. Ele pode ficar doente ou não conseguir se alimentar direito.
Além disso, espécies exóticas podem se tornar um perigo para a fauna local. Se escapam da custódia ilegal, elas podem competir com os animais nativos. Podem até transmitir doenças para eles.
Há também o risco para as pessoas. Alguns animais exóticos podem ser venenosos ou agressivos. Sem o manejo correto, eles podem causar acidentes graves. Por isso, a importação e posse são controladas.
Como ajudar na proteção
Proteger essas espécies significa combater o tráfico. É importante não comprar animais de origem desconhecida. Sempre procure criadouros e lojas legalizadas, com todas as autorizações.
Se você souber de alguém que tem um animal exótico ilegal, denuncie. As autoridades podem resgatar o bicho e dar a ele os cuidados necessários. Isso ajuda a evitar que mais animais sejam vítimas do tráfico.
A proteção da fauna, seja ela nativa ou exótica, é um dever de todos. Garante que a diversidade da vida continue existindo e que não haja riscos para o meio ambiente e para nós.
Como denunciar tráfico de animais

Combater o **tráfico de fauna** é um dever de todos. Se você souber de alguém que está vendendo ou mantendo animais silvestres de forma ilegal, é muito importante denunciar. Sua ajuda faz a diferença para proteger nossa natureza.
A boa notícia é que denunciar é fácil e pode ser feito de várias formas. Você não precisa se identificar, se não quiser. As denúncias anônimas são seguras e muito eficazes.
Onde e como denunciar?
Uma das principais formas é ligar para a polícia ambiental. Eles são os responsáveis por fiscalizar e agir nesses casos. O telefone da Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina, por exemplo, é um bom canal.
Você também pode entrar em contato com o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Eles têm um sistema de ouvidoria e um aplicativo para denúncias.
Muitas cidades também têm secretarias de meio ambiente. Essas secretarias podem receber denúncias e encaminhar para os órgãos certos. Procure o contato delas em sua região.
Que informações são úteis?
Quando for denunciar, tente dar o máximo de detalhes que puder. Informações como o endereço exato de onde os animais estão são muito valiosas. Diga também qual tipo de animal você viu (ave, cobra, etc.).
Se souber, descreva as pessoas envolvidas ou os veículos usados no transporte. Qualquer detalhe ajuda a polícia a investigar e a agir mais rápido. Não precisa ter certeza de tudo, apenas o que você sabe.
Lembre-se: não tente resgatar os animais por conta própria. Isso pode ser perigoso para você e para o bicho. O ideal é sempre acionar os profissionais capacitados para essa tarefa.
A evolução da legislação de fauna protegida
A proteção dos animais no Brasil tem melhorado com o tempo. A legislação, que são as leis, tem evoluído para combater o **tráfico de fauna** e outros crimes. Hoje, as leis são mais fortes e abrangentes.
Antigamente, a proteção ambiental não era tão rigorosa. Com o passar dos anos e o aumento da consciência, as leis ficaram mais duras. Isso reflete a importância de cuidar da nossa biodiversidade.
Principais marcos na legislação
Um grande passo foi a criação da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98). Ela define o que são crimes contra o meio ambiente, incluindo a fauna. Essa lei trouxe penas mais severas para quem maltrata ou trafica animais.
Antes, muitas ações ilegais não tinham punição clara. Com essa lei, tudo ficou mais definido. Ela serve de base para operações como a Libertas e para as decisões dos juízes.
Outras leis e decretos também foram criados. Eles tratam da criação de animais silvestres em cativeiro e da fiscalização. Tudo para garantir que a posse e o manejo sejam feitos de forma legal e responsável.
Por que a evolução é importante?
A evolução da legislação é crucial para enfrentar novas formas de crime. Os traficantes sempre buscam jeitos de burlar a lei. Por isso, as normas precisam ser atualizadas e fortes.
Leis mais eficazes ajudam a polícia e o Ministério Público. Elas dão as ferramentas necessárias para investigar e punir os criminosos. Isso contribui para reduzir o tráfico e proteger os animais.
É um processo contínuo de aprendizado e adaptação. A sociedade, junto com as autoridades, busca caminhos para uma proteção cada vez maior. O objetivo é garantir um futuro para a fauna silvestre do Brasil.
Resultados da operação para a comunidade

A Operação Libertas trouxe bons resultados para toda a comunidade. O combate ao **tráfico de fauna** beneficia a todos nós, mesmo que a gente não perceba na hora. É um passo importante para um futuro melhor.
Um dos resultados é a retirada de animais do tráfico. Isso significa que menos bichos vão sofrer. Eles terão a chance de serem cuidados e, se possível, voltar para a natureza. Isso é bom para a biodiversidade.
Mais segurança para todos
Quando o tráfico de animais diminui, a comunidade fica mais segura. Como vimos, animais silvestres podem trazer doenças. Ao coibir o tráfico, a operação ajuda a proteger a saúde pública.
Além disso, o crime ambiental, como o tráfico, muitas vezes está ligado a outras atividades ilegais. Ao combater um, ajuda-se a desmantelar outros crimes. Isso traz mais tranquilidade para os moradores.
Um recado aos criminosos
A operação também manda um recado claro para quem comete crimes ambientais. Mostra que a polícia e a justiça estão atentas. Eles não vão deixar o **tráfico de fauna** acontecer sem punição.
Eso pode desestimular outros criminosos a entrar nesse tipo de atividade. Aumenta o risco para quem trafica e, assim, protege mais os nossos animais e a natureza.
Ter uma natureza saudável é bom para a qualidade de vida. Áreas verdes, rios limpos e animais em seu lugar nos trazem bem-estar. A Operação Libertas contribui para preservar tudo isso para as futuras gerações.
Perspectivas futuras de combate ao tráfico
O combate ao **tráfico de fauna** é uma luta contínua. Mesmo com operações como a Libertas, os criminosos sempre buscam novas maneiras de agir. Por isso, as perspectivas futuras precisam ser de vigilância constante e muita inovação.
Uma das frentes é o uso de mais tecnologia. Drones podem ajudar a monitorar áreas remotas onde o tráfico acontece. Sistemas de inteligência artificial podem analisar dados para encontrar padrões e prever onde os traficantes vão agir.
Cooperação internacional e leis mais fortes
O tráfico de animais não respeita fronteiras. Muitas vezes, os bichos são levados de um país para outro. Por isso, a cooperação entre nações é fundamental. Trocar informações e coordenar ações é essencial para pegar as grandes redes.
As leis também precisam continuar a evoluir. É preciso ter certeza de que as punições são severas o bastante para desestimular o crime. Novas regulamentações podem surgir para cobrir lacunas e fechar brechas legais.
A educação ambiental terá um papel cada vez maior. Conscientizar as pessoas desde cedo sobre o valor da nossa fauna é a melhor forma de prevenir. O objetivo é que ninguém mais compre animais de origem ilegal.
O papel da ciência e da pesquisa
A ciência também ajuda muito no combate. Pesquisadores estudam as rotas do tráfico e os impactos nos animais. O DNA dos bichos pode ser usado para identificar de onde eles vieram e provar o crime.
Essa união de forças – tecnologia, cooperação, leis e educação – é a chave. Juntos, podemos construir um futuro onde o tráfico de fauna seja uma realidade cada vez mais distante. Nossos animais e nosso planeta merecem essa proteção.
FAQ – Perguntas frequentes sobre tráfico de animais em Santa Catarina
O que foi a Operação Libertas?
A Operação Libertas foi uma ação importante em Santa Catarina para combater o tráfico ilegal de animais silvestres, resgatando bichos e prendendo os envolvidos.
Quais animais foram resgatados na operação?
Durante a Operação Libertas, foram resgatados uma cobra exótica, tucanos, papagaios e calopsitas, todos mantidos ilegalmente.
Quais são as punições para o tráfico de animais?
Quem trafica animais pode enfrentar multas pesadas e prisão, conforme a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), além de responder por falsidade ideológica se usar documentos falsos.
Como posso denunciar o tráfico de animais?
Você pode denunciar o tráfico de animais ligando para a polícia ambiental, entrando em contato com o IBAMA ou procurando as secretarias de meio ambiente locais. A denúncia pode ser anônima.
Por que é importante proteger espécies exóticas do tráfico?
A proteção de espécies exóticas traficadas é importante para o bem-estar do animal, evitar riscos à fauna nativa (competição, doenças) e proteger a saúde humana de possíveis zoonoses.
Qual o impacto do tráfico de fauna na saúde pública?
O tráfico de fauna pode trazer animais silvestres com doenças desconhecidas, que podem ser transmitidas para humanos (zoonoses), causando riscos à saúde pública.

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